Degutação Merlot do Mundo - Rascal Shopping Rio Sul

 

No  dia 17/07 particpamos da Degustação Merlot do Mundo, no Restaurante Rascal do Shopping Rio Sul, no bairro do Leme. Foram muito bem selecionados  09 rótulos para degustação, acompanhados por petiscos mediterrâneos muito bem elaborados e que agradou a todos nós pela boa harmonização com os vinhos slecionados.em um evento que foi um sucesso, que os participantes adoraram e onde tudo correu de forma perfeita.

O evento foi um sucesso ocorrendo de forma perfeita e com todos participantes elegiando a qualidade dos vinhos. Não vamos aqui discutir as cássicas avaliações de sempre. Prefrio neste momento destacar a qualidade de cada vinho degustado, no que de melhor cada um dos merlots mais se destacou:

 

- O mais delicado:

Chacra Mainqué 2009. Embora seus 24 meses de barrica, a madeira é apenas um sopro, o corpo leve e os taninos doces encantam. (R$120)

 

- O mais potente:

Bacalhoa Má Partilha 2009. Neste caso os 16 meses em carvalho se sentem, mas não incomodam, tornando o vinho robusto e estruturado. (R$ 140)

 

- O mais curinga:

Hartenberg Stellenbosh Merlot 2008. Fica num meio termo entre os dois acima e pode acompanhar ocasiões (leia-se: pratos) mais ou menos complexos. Elegante, mas sem perder a força, às cegas ficaria árduo distinguir se é Velho ou Novo Mundo. (R$ 120)

 

- O mais elegante:

Vieux Château Bourgneuf 2006. Parece até banal, mas a uva em seu terroir natural faz a diferença. E o cuidado da vinícola faz o resto. Um verdadeiro Pomerol de raça. Classudo e sedoso, com seus 8 anos de vida é ainda jovem, diga se de passagem. (R$ 459)

 

- O mais surpreendente:

Stambolovo Merlot AOC 2007. Uma delícia. O Pais que foi o berço do vinho mostrou o porquê. Aroma sedutor, aveludado e macio, com somente 6 meses em madeira revelou muita estrutura e complexidade. (R$ 120)

 

- O mais frutado:

De Loach Merlot 2012*. Seja porque é o mais jovem do painel, seja porque é no estilo da Califórnia, o vinho tem boa fruta de sobra, corpo de médio para leve e um final gostoso (R$ 120)

 

* O Columbia Crest Grand Estate foi substituído com este vinho do mesmo País e padrão. 

 

- O mais austero:

De Martino Legado Merlot Reserva 2009. Num estilo bem clássico, o vinho deliberadamente não quer encontrar as modas ou ir atrás de consensos da crítica. A vinícola faz um trabalho honesto em respeito ao território e as videiras. O resultado é um belo vinho, direto, sem firulas e com tudo no lugar certo. (R$80)

 

- O mais gastronômico:

Era dos Ventos Ícone 2009. Posso estar enganado, mas se tiver que chutar diria que este é o vinho do painel com maior potencial de guarda. Não por acaso o servimos por último, depois de uma boa decantação. Mesmo assim estava ainda muito jovem: com seus 5 anos de vida parece ter sido engarrafado ontem. Embora não mostrou plenamente seu potencial deu para ver que é realmente um grande vinho que ficou na briga com grandes do mundo. Para quem não tiver paciência de esperar sugiro acompanhamento de pratos elaborados e gordurosos para amaciar os taninos (R$ 200)

 

- O melhor que nos temos:

Villa Russiz Graf de La Tour 2008. É um vinhaço. Reúne todas as características dos vinhos acima citados e algo indefinido a mais que me faz acelerar o coração. Coloração rubi brilhante. Ao olfato, se mostrou impactante, com aromas e evolução, animal e estrebaria, tostado, frutas vermelhas e negras e um final floral (violetas). Francamente, é difícil encontrar algo  assim ... Na boca, fresco, bom corpo, taninos saborosos e macios e um delicioso final de boca. Os aromas de estrebaria e animais persistiram no palato.

 

A maioria dos participantes ficou entre o francês e o italiano, com boas impressões também do búlgaro e do americano, mas de maneira geral todos os vinhos foram muito apreciados. Em todo caso não importa qual foi o melhor merlot e sim que foi uma agradável noite de confirmações e surpresas.


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